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O projeto propagando Etnia tem sua primeira edição apresentada pela Lei Aldir Blanc no dia 31 de Abril a partir das 17 horas, onde teremos a honra de receber as museólogas Rejane Paz e Naiara Assunção para bate um papo sobre a Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi .

Uma tarde de puro conhecimento, bate papo e histórias que você não pode perder, o mesmo será apresentado através do nosso canal oficial do youtube  como também aqui pela página oficial.

Aqui você poderá tirar suas dúvidas através do nosso formulário, então não deixe de participar ou se desejar saber mais sobre esse belíssimo projeto que tem como objetivo principal propagar a etnia do nosso povo nos mande uma mensagem.

Desde já estão todos convidados.

ASSISTA POR AQUI!

Emília Biancardi

Em permanente exposição no Centro Cultural Solar Ferrão, no Pelourinho, desde 2015, a Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi apresenta um acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes, com destaque especial para os instrumentos indígenas brasileiros, além dos africanos e afro-brasileiros, colecionados ao longo de mais 40 anos pela etnomusicóloga e pesquisadora baiana que dá nome à coleção.

O acervo do Centro de Referência reúne livros sobre música, literatura, folclore, cultura indígena, religião, dança, capoeira, carnaval, história, Bahia, cultura popular, obras de referência e biografia. Além disso, periódicos, partituras, fotografias, CD, DVD, vídeo, áudio, dossiê com cópias de eventos (ofícios, correspondências, cartas, reportagem local e de outros países), troféus e medalhas, disco de vinil do Viva Bahia – o primeiro e mais importante grupo parafolclórico do Brasil, na época – e outros artistas. Tudo pode ser conferido mediante agendamento prévio.

“Reuni especialidades de livros sobre instrumentos e música, livros que comprovam que a capoeira se internacionalizou graças ao Viva Bahia, informações referentes ao primeiro grupo de mulheres da escola de música. Ou seja, é possível encontrar tudo que imagina sobre a história da capoeira da Bahia e tudo sobre a música tradicional relacionada com os instrumentos que estão em exposição”, explica Biancardi.

Doada ao Estado da Bahia em 2011, a exposição é uma das mais expressivas que se têm notícia, sobretudo no que se refere à memória dos índios brasileiros. “Aqui encontraremos um pouco da diversidade e legado cultural dos grupos formadores de nossa cultura, por meio dos instrumentos musicais e de sua musicalidade”, informa a etnomusicóloga. A exposição habita três salas do museu, cujo acesso pode ser feito através da segunda portaria que agora ganha o Centro de Referência. Nesta mostra, o visitante tem a oportunidade de apreciar o acervo da colecionadora Emília Biancardi, dividido em três módulos temáticos: Instrumentos Musicais do Mundo, Instrumentos Musicais Indígenas e Instrumentos Musicais Africanos e Afro-Brasileiros.

Orquestra Museofônica – A etnomusicóloga baiana Emília Biancardi empreendeu, ao longo de sua vida, importantes pesquisas buscando entender a experiência humana na criação de sons. Atualmente, continua suas pesquisas e experimentações musicais dinamizando e difundindo tradições populares. Além disso, pode-se aprender mais sobre alguns instrumentos que compõem a história da Bahia e do Brasil através das apresentações da Orquestra Museofônica, a qual foi criada pela própria Emília e pela museóloga Ana Liberato, com o intuito de ensinar musicalmente a sonoridade, a importância e a evolução dessas peças ao longo dos anos.

Considerada como um verdadeiro museu cênico, a Orquestra Museofônica foi criada em 2012 e surgiu a partir da ideia de se criar uma orquestra com os colaboradores dos museus sob a direção do Ipac, objetivando um aprendizado sobre o manuseio e conhecimento de instrumentos musicais, suas possibilidades, musicalidades, histórico, restauração e a possível recriação.

Emília Biancardi – Compositora, etnomusicóloga, professora e pesquisadora da música folclórica brasileira, Emília Biancardi é especialista nas manifestações tradicionais da Bahia. Nascida em Salvador, viveu sua infância e parte da adolescência em Vitória da Conquista, interior do Estado, o que lhe proporcionou os primeiros contatos com as manifestações populares que, desde então, a fascinavam. Desde pequena vivenciou a música com a mãe ao piano e o pai nas batucadas de mesa. Entre o erudito e o popular construiu a sua formação musical, apaixonando-se pelas manifestações populares.

Compõe músicas para balés e peças de teatro, aplicando os conhecimentos adquiridos através de pesquisas da música folclórica rural e urbana. Tem sete livros publicados (“Lindro Amo”, 1968; “Cantorias da Bahia”, 1969; “Viva Bahia Canta”, 1970; “Dança da Peiga”, 1983; “Olelê Maculelê”, 1990, “Raízes Musicais da Bahia”, 2001, e “O Som dos Esquecidos”, 2017), além de textos sobre a música tradicional publicados em livros e revistas no Brasil e exterior. Lançou três LPs pela Philips do Brasil (“Viva Bahia nº. 1”, “Viva Bahia nº. 2” e “Folclore Rural”) e um Cd pelo Club House Studio Germantown, Nova Iorque, EUA.

DIMUS | Museus da Bahia | Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia, unidade vinculada à unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBa). (wordpress.com)

Centro de Referência e Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi
Visitação: terça a sexta, das 10h às 17h; sábado das 13h às 17h ( Temporariamente suspensa devido o covid19 )
Entrada: grátis
Endereço: Rua Gregório de Mattos, 45 – Pelourinho, Salvador (BA)
Contato: (71) 3116- 6743
* O Solar Ferrão integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).